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Municípios da região ainda não atingiram a meta de vacinação contra pólio e sarampo


12/09/2018 - Fonte:

A três dias do término da Campanha Nacional de Vacinação, 137 municípios do Rio Grande do Sul não atingiram a meta de vacinar, pelo menos, 95% das crianças de um a menores de cinco anos contra o sarampo e a poliomielite. Entre estes municípios, estão Camaquã, Cerro Grande do Sul, Chuvisca, Dom Feliciano, Sentinela do Sul e Tapes.

Dados preliminares do Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunização (SI-PNI), alimentado pelos estados, apontam que o Rio Grande do Sul vacinou 91,82% do público-alvo contra a pólio e 91,48% contra o sarampo. A capital Porto Alegre registra baixa cobertura, com apenas 68,85% das crianças vacinadas contra pólio e 69,07% contra sarampo. Em todo o estado, foram aplicadas mais de 969.540 mil doses das duas vacinas.

Todas as crianças de um a menores de cinco anos devem se vacinar independente da situação vacinal. O ministro da Saúde, Gilberto Occhi, destaca a importância da mobilização de toda a sociedade para atingir a meta de vacinação. “A Campanha termina na próxima sexta-feira (14). Pais e responsáveis devem buscar os postos de vacinação. A vacina é a forma mais eficaz de proteger nossas crianças contra doenças já eliminadas no país”, enfatizou o ministro.

CAMPANHA SARAMPO E POLIOMIELITE

A média nacional de vacinação está em 94%. Foram aplicadas em todo país cerca de 20,8 milhões de doses das vacinas (10,4 milhões de cada vacina). Onze estados e mais de 4 mil (72%) municípios atingiram a meta. Mas cerca de 1.500 cidades ainda devem buscar alternativas para vacinar 95% do público-alvo até a sexta-feira (14), quando se encerra a Campanha Nacional de Vacinação.

Na faixa etária de 3 e 4 anos, a cobertura vacinal está acima da meta, com 96,95% e 95,44%, respectivamente. A maior preocupação é com faixa de um ano de idade, cuja cobertura ainda está em 85,45%. 

O sarampo e a poliomielite são doenças infectocontagiosas que podem resultar em complicações graves para as crianças, além de levar até a casos de morte.

Foto: Reprodução

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