Gazeta Regional Cerro Grande do Sul

Duas agências bancárias são atacadas na região


14/10/2016 - Fonte:

Explosões e ataques a agências bancárias voltaram a assustar os moradores da região. Dois casos foram registrados nos últimos dias, deixando uma das agências com aparência de cenário de guerra, tamanha destruição causada pelos explosivos.

No primeiro caso, bandidos fortemente armados atacaram com explosivos a agência do Sicredi em Cerro Grande do Sul, no início da madrugada de sábado (08). O interior do prédio ficou destruído. Segundo moradores, os bandidos efetuaram dezenas de disparos de armas de fogo durante o assalto.

A quadrilha teria agido sem pressa e com aparente tranquilidade. Moradores chegaram a dizer que ouviam a gritaria e as risadas dos assaltantes. O motorista de um veículo que passava em frente a agência foi rendido. Em seguida, um dos bandidos atirou no radiador do carro. Veículos que estavam estacionados na rua também foram atingidos por tiros de grosso calibre.
Os assaltantes renderam um grupo de jovens e os fez reféns.  Eles foram liberados na saída da cidade, sem ferimentos. Testemunhas calculam que pelo menos dez homens em quatro carros tenham participado da ação.

Em outro caso, uma quadrilha invadiu a agência do Banrisul em Tapes, no inicio da madrugada de segunda-feira (10), e roubaram três revólveres e três coletes a prova de balas. Os bandidos entraram pelo estacionamento, forçaram a porta dos fundos e acessaram as salas de atendimento ao público e onde ficam os caixas de atendimento, foram em direção à sala dos vigilantes e ao cofre. Porém, conseguiram levar somente as armas e os coletes.
Segundo testemunhas, pelo cinco bandidos participaram da ação e fugiram em direção a localidade Camélias/Butiá, sentido Barra do Ribeiro e abandonaram um dos carros a cerca de 5km. A Brigada Militar fez buscas e localizou outros materiais do banco, entre eles, impressos e canetas. Também foram localizados quatro estojos deflagrados de armas calibre 40 e uma de calibre 38 intacto. Um Kia Cerato utilizado na fuga, foi incendiado. O Instituto Geral de Perícia (IGP) periciou o local.

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