Gazeta Regional Estado

12 capitais brasileiras seguem com decretos de toque de recolher


06/04/2021 - Fonte: CNN, Estadão, GZH

Outras 3 capitais estão sob toque de restrição, que permite o funcionamento de alguns serviços

 A segunda onda da Covid-19 no Brasil segue causando a necessidade de restrições para tentar conter o avanço da doença. De acordo com levantamento realizado pela CNN, 12 capitais brasileiras continuam com toques de recolher, além de três capitais que determinam "toque de restrição". Belo Horizonte, que adotava a medida até esta segunda-feira (5), deve ter restrições flexibilizadas até a quarta-feira (7) após decisão da justiça. 

 Rio de Janeiro, Curitiba, Campo Grande, Cuiabá, Teresina, Salvador, Porto Velho, Manaus, Belém, Macapá, São Paulo, Maceió e Aracaju são as capitais com toque de recolher vigente. Porto Alegre e Rio Branco seguem com toque de restrição. 

 A diferença entre o toque de recolher e o toque de restrição está, basicamente, na rigidez de cada medida. Enquanto o toque de recolher determina um horário para a circulação permitida nas ruas com a possibilidade de punição para pessoas que descumpram a regra, a restrição ainda permite o funcionamento de alguns serviços durante o período determinado.  Em São Paulo, estado mais afetado pela Covid-19 em números absolutos, o governo confirmou na sexta-feira (26) a prorrogação da fase emergencial, a mais rígida até o momento, com restrição de circulaçãoe atividades nas 645 cidades do estado. 

 Haverá proibição completa a qualquer tipo de aglomeração. As escolas da rede estadual só ficarão abertas para merenda de alunos carentes e distribuição de materiais mediante agendamento prévio. Estão proibidas retiradas presenciais de produtos em restaurantes e lanchonetes (take away), o atendimento presencial em lojas de material de construção, celebrações religiosas coletivas e atividades esportivas em grupo. Já no Rio de Janeiro, as medidas devem flexibilizar ao longo da próxima semana: na segunda-feira (05/04), poderão voltar as escolas e os serviços da administração pública; e, na sexta-feira (09/04), os setores de comércios e serviços. 

 Por: Bruno Bonilha/Gazeta Regional Online

 Imagem: reprodução

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