Gazeta Regional Teófilo

Festejamos São José


23/03/2018 -

A Comunidade Católica São José de Chuvisca celebrou mais uma Festa em honra ao seu Padroeiro, que, por lei também é do Município. A festa aconteceu em vários momentos:

Na primeira Noite do Tríduo em Honra a São José com presença e celebração da Santa Missa do Pe. Ademar Jose Stroher auxiliando o Pe. Amadeu Gomes Canellas.

Na segunda noite do Tríduo em honra a São José, o Pe. Fabiano Xavier de Almeida celebrou enfatizando a Família! Como é bom saber mais sobre a fé e pedir intercessão de nosso Padroeiro! 

E na terceira noite do Tríduo em honra a São José, Paróquia São João Paulo II, Pe. Amadeu Gomes Canellas, um dos idealizadores da Missa Crioula, celebrou a própria com grande participação, que se confirmou depois no gostoso Carreteiro gigante que o Coordenador Jeferson Brandeburski e sua equipe, com os festeiros, Márcio, Ailton e Marco Aurelio com as esposas prepararam para o deleite de todos!

São José abençoou mais uma festa em sua honra! Lindo dia, pessoas maravilhosas se doando e outras participando e colaborando! Rezando, se divertindo, confraternizando! Objetivos alcançados! Viva São José! 

Fotos: Teófilo Slawiski

Temporal causa muitos estragos


09/03/2018 -

Vendaval com granizo castigou Chuvisca na tarde de 27 de fevereiro causando prejuízos na s lavouras de fumo, destelhando casas e igrejas e destruindo paradas de ônibus. Também em São Lourenço do Sul, Cristal e Canguçu os prejuízos foram enormes, acentuando-se o granizo que nos últimos cem anos não foi visto de tanta intensidade e tamanho das pedras de gelo. A Afubra recebeu mais de mil chamadas de fumicultores com destruição nos fumais.

Sonhar é preciso!


01/03/2018 -

Na terça-feira, dia 20 de fevereiro teve início o ano letivo da rede municipal de ensino de Chuvisca com um dia cheio de atividades na Escola Municipal de Ensino Fundamental Arlindo Bonifácio Pires, na Costa do Sutil, com todos os envolvidos:professores, diretores, serventes, motoristas, etc. No mesmo momento foi apresentado o projeto do Sicredi “ A união faz a vida”o qual foi homologado recentemente entre e Prefeitura e a Entidade . Na ocasião o Vice-Presidente da Sicredi Zona Sul, Sr. Arlindo Holz destacou a importância do projeto na vida dos alunos, pois sonhar é preciso!

O que é a Quaresma?


23/02/2018 -

Chamamos Quaresma ao período de quarenta dias (quadragesima) dedicado à preparação da Páscoa. Desde o século IV manifesta-se a tendência para a apresentar como tempo de penitência e de renovação para toda a Igreja, com a prática do jejum e da abstinência.

“Todos os anos, pelos quarenta dias da Grande Quaresma, a Igreja une-se ao mistério de Jesus no deserto”(Catecismo da Igreja Católica, 540). Ao propor aos seus fiéis o exemplo de Cristo que se retira para o deserto, prepara-se para a celebração das solenidades pascais, com a purificação do coração, uma prática perfeita da vida cristã e uma atitude penitencial.

A Quaresma começa na quarta-feira de Cinzas e termina imediatamente antes da Missa Vespertina in Coena Domini (quinta-feira Santa). “Os dias e tempos de penitência na Igreja universal são todas as sextas-feiras do ano e o tempo da Quaresma.” (Código de Direito Canônico, 1250)

Estes tempos são particularmente apropriados para os exercícios espirituais, as liturgias penitenciais, as peregrinações em sinal de penitência, as privações voluntárias como o jejum e a esmola, a partilha fraterna (obras caritativas e missionárias). Catecismo da Igreja Católica, 1438

Lembrando o dia em que Jesus Cristo morreu, “Guarde-se a abstinência de carne ou de outro alimento segundo as determinações da Conferência episcopal, todas as sextas-feiras do ano, a não ser que coincidam com algum dia enumerado entre as solenidades; a abstinência e o jejum na quarta-feira de Cinzas e na sexta-feira da Paixão e Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo.” (Código de Direito Canônico, 1251).

Foto: Divulgação

A verdadeira alegria do Carnaval


19/02/2018 -

Em meio à vibração do desfile e dos enredos, nossas raízes se tornam evidentes, revelando – em uma miscelânea de cores, contos e olhares – realidades que expressam as particularidades de nossa construção cultural enquanto povo e nação. Nesse evento, percebe-se, como que em um mosaico, o rosto de índios, escravos, brancos e caboclos em uma belíssima mistura que dá ao brasileiro o tom e a alegria que o faz “brilhar” no cenário dos povos. O carnaval é a celebração ápice de nossa cultura – mesmo não sendo genuinamente nossa –, é a festa que nos acrescenta visibilidade diante de todo o mundo!

A história tem revelado que um povo sem o hábito de celebrar sua cultura perde sua identidade. Contudo, em meio à beleza dos sons, confetes e serpentinas, que fazem parte dessa celebração, todo indivíduo tem a sincera missão de resgatar continuamente o real sentido e essência do que celebra.

Verdadeiros elementos do carnaval

Em uma sociedade que procura, a todo custo, fabricar motivos para alcançar novos lucros, faz-se necessário questionar quais são os verdadeiros elementos que, de fato, são integrantes da história do que festejamos. É claro que tal raciocínio poderá não agradar aos donos de cervejarias e aos distribuidores de “pedras mágicas” e entorpecentes, mas poderá muito nos acrescentar em vida e saúde, educando-nos para um sóbrio exercício de nossa alegria.

Nosso carnaval deveria ser expressão de festividade e alegria. No entanto, as estatísticas revelam não só uma celebração, mas também números exorbitantes de acidentes e tragédias, na maioria das vezes, impulsionados pelo efeito do álcool e das drogas.

Não existe conexão entre alegria e destruição

A melhor forma de “extravasar-se” diante das dificuldades e tensões não é tornar a vida mais caótica. Nossas festividades precisam se tornar um palco no qual a vida apresente belíssimos espetáculos de arte e sensibilidade, e não, em histórias de sofrimento e tragédia (muitas vezes orquestradas pelo excesso de álcool e pelo uso de drogas), com isso aumentando as estatísticas de irresponsabilidade e destruição. Nosso povo precisa ser alegre sim, mas nada dominado por vícios e por um cenário de autodestruição; o que não combina com uma verdadeira alegria.

Vivamos, pois, bem e com uma verdadeira alegria esse momento “tão nosso”. No trânsito, nos relacionamentos e na avenida, pulemos manifestando nossa verdadeira identidade e espontaneidade, mostrando que somos apaixonados pela vida e sabemos encarar a dureza dos dias – como em um “belo drible” – com a sinceridade e a leveza de sermos eternos aprendizes.

(Colaboração: Pe. Adriano Zandoná)

COLUNISTA

Teófilo Slawski

Radialista e correspondente da Gazeta Regional em Chuvisca