Gazeta Regional Catullo Fernandes

Há 80 anos o Município passa a ser conhecido somente por Camaquã. E no século XXI o que esperar em relação ao futuro?


24/04/2018 -

Neste mês de abril Camaquã Terra Farroupilha está registrando 154 anos de emancipação (19 de abril de 1864 - Lei Provincial nº 569). O ano de 2018 registra importantes momentos da nossa história. Os 180 anos da chegada de Garibaldi a Camaquã (1838), os 70 anos da morte do Gal. Zeca Netto (1948), primeiro prefeito nomeado, e os 80 anos da chegada das irmãs bernardinas franciscanas vindas dos Estados Unidos (1938).

Também foi em 1938, que os municípios perderam sua nomenclatura alusiva aos santos padroeiros. Neste ano São João Baptista de Camaquam, passa a ser conhecido simplificadamente por CAMAQUÃ. A partir daí muita coisa mudou. Em alguns setores a cidade avançou, evidentemente, e em outros a cidade retrocedeu, especialmente a partir dos anos 1990, quando tudo parecia dizer o contrário.

A atuação de sucessivos governantes e o empreendedorismo de seus filhos fez com que o município ganhasse notoriedade, nos anos 90, através da indústria de beneficiamento do arroz, com modernas empresas, o que conferiu a Camaquã o título de Capital Nacional do Arroz Parboilizado.

Mesmo perdendo importantes áreas com as emancipações de Cristal (1988), Arambaré (1992) e Chuvisca (1995), o município prosperou e chegou a ostentar a 36ª posição no ranking estadual. Neste sentido e diante do quadro atual é preciso, isentos de paixões partidárias, fazer uma análise séria e profunda sobre os próximos anos.

Camaquã vivenciou e superou as principais guerras, revoluções e insurreições que abalaram o país e o Estado, adaptando-se sempre as novas realidades políticas e econômicas. Os dias de paz foram conquistados pela multiplicidade de um povo que descende de indígenas, negros, portugueses, espanhóis, alemães, pomeranos, franceses, japoneses e poloneses, e que hoje apesar da violência que não poupa nem as cidades do interior, vivem num ambiente de harmonia, labor e respeito mútuo.

Lembrar a trajetória de Camaquã é reverenciar uma plêiade de pioneiros: Cap. Joaquim Gonçalves da Silva, Gal. Bento Gonçalves da Silva, Ana Gonçalves Meireles, Boaventura José Centeno, Giuseppe Garibaldi, Pe. Hildebrando de Freitas Pedroso, Antônio Lopes Duro, Hildebrando José Centeno, Ana Patrícia Vieira Rodrigues César, Adriano Jacob Scherer, Atahualpa Irineo Cibilis, Gal. Zeca Netto, Dario Centeno Crespo, Cônego Luiz Walter Hanquet, entre outras figuras do passado e mais recentes, que com força e dedicação escreveram as páginas de uma grandiosa história.

Para reviver esta história basta admirar a Igreja Matriz São João Batista, a Fazenda da Figueira, o Forte Zeca Netto, os prédios da antiga Intendência Municipal e das Assessorias de Vereadores, o Cinema Coliseu, o Sítio Água Grande, a Estância da Barra no rio Camaquã e o Arroio Duro, cenários de uma epopeia de lutas e conflitos, mas acima de tudo, símbolos de muito amor e trabalho. Conquistas de homens e mulheres obstinados, cujas façanhas forjaram a têmpera de um povo operoso de inigualável virtude, herança pródiga dos ancestrais arachanes.

Pois é olhando para este passado áureo que iremos projetar o futuro. Recentemente Camaquã sediou dois grandes debates regionais: a estiagem que assola a agricultura e a duplicação da BR 116. Importante usar este exemplo de mobilização para fazermos uma análise franca e transparente: Camaquã Terra Farroupilha, título concedido em 2014 pelo Governo do Estado, irá despertar para novos empreendimentos, como por exemplo, o turismo? Que cidade queremos deixar para nossos filhos e netos?

Andrew Tassinari escreve seu nome na arte gaúcha em busca de voos maiores


28/03/2018 -

O ator e bailarino Andrew Tassinari, que integra diversas companhias teatrais e de dança na capital, entra para a história da arte da Região da Costa Doce ao se tornar o primeiro camaquense a receber uma das mais importantes distinções artísticas do RS - o Prêmio Açorianos, laureado na categoria Melhor Ator. Na noite de sábado, 24, no Teatro Renascença, em Porto Alegre foram conhecidos os vencedores da temporada 2017, promoção organizada pela Coordenação de Artes Cênicas da Secretaria da Cultura de Porto Alegre.

Perto de completar 30 anos, o artista vem atuando em diversos espetáculos desde 2015, no Festival Internacional Porto Alegre em Cena, sempre com indicações ao Prêmio Brasken. No ano passado, Andrew se destacou em “Prata Paraíso”, montagem da Cia. Espaço em Branco, com direção de João de Ricardo, e que também consagrou-se com o prêmio de Melhor Espetáculo.

O artista camaquense, que atualmente está radicado em São Paulo, tem muitos seguidores nas redes sociais, que além de prestigiarem suas atuações no palco, também curtem seus ensaios performáticos em lugares inusitados. Na entrega da premiação ele foi representado pela irmã Keterine Nunes Hübner, servidora da Secretaria da Cultura e Turismo de Camaquã.

Impossibilitado de ir receber o prêmio, em seu perfil no facebook, bem ao seu estilo irreverente, ele escreveu. “Comemorando com muito glamour meu Prêmio Açorianos de Teatro categoria Melhor Ator, e pelo “Prata Paraíso” por Melhor Espetáculo... comendo pão com mortadela e bebendo refri kuat, sentado na Praça Roosevelt, em Sampa...

 

Uma trajetória de luta e inspiração

Andrew, atualmente residindo em São Paulo, é muito conhecido nas redes sociais por sua irreverência e versatilidade ao se deixar fotografar em poses performáticas em lugares inusitados. “A ideia é ficar um tempo em São Paulo pois eu me identifico muito com a cidade, que visito desde 2013, mas depois pretendo sair do país e continuar trabalhando com arte em outros lugares do mundo”, projeta o artista.

Embora sua formação seja em Dança, ele pretende investir também na carreira de ator. Em 2015 quando fez “P-U-N-C-H”: projeto realizado através de edital nacional financiado pela FUNARTE, resolveu ingressar na área de teatro. Assim o bailarino define sua trajetória: “Me encontrei como um artista versátil, que dialoga com outras áreas das artes, entre a dança, o teatro, a moda e a performance.”

 

O início e a carreira na capital

Andrew Nunes Tassinari, natural de Camaquã, nasceu em 1 de julho de 1988. Foi na adolescência que descobriu seu lado artístico, despertando o talento como bailarino. No período de 2003 a 2006, estudou Ballet Clássico, na Escola de Dança Ballet e Companhia, da conceituada bailarina Andriza Freitas. Logo em seguida ingressou como acadêmico no curso de Licenciatura em Dança, pela ULBRA Canoas, mas acabou interrompendo em virtude de outros projetos de vida. Então, no final de 2008, muda-se para Porto Alegre, onde passa a dedicar-se à Dança Contemporânea.

O artista estreou nos palcos em 2011, com o solo autoral “Tic-Tac de um corpo”, e dentre seus principais trabalhos destacam-se: “Cuidado Frágil”, e “Em meio ao luto, eu luto”. Andrew ingressou em 2014, na Companhia Municipal de Dança de Porto Alegre, atuando em “Salão Grená”, e “Adágio”, com três obras: “Ilação”, “Água Viva” e “Scanner”. Em 2015 o grupo se apresentou nas cidades de Fortaleza, Florianópolis e Salvador.

Atuou ainda em “Tempos de Partida” e “Carmina Burana”, com montagem da OSPA. Na Eduardo Severino Cia. de Dança atuou em “Bundaflor, Bundamor” e “In-Compatível”, e pela GEDA Cia. de Dança Contemporânea participou de “Il faut trouver chaussure à son pied”, espetáculo selecionado para o Festival “Diagonales”, em La Plata (ARG), em 2014, e “Verde Intenso”, com circulação estadual pelo FACRS, em 2017.

Fotos: Acervo pessoal/Divulgação

Colégio São João Batista celebrará 80 anos de história


22/02/2018 -

A chegada em Camaquã das irmãs bernardinas vindas dos EUA ocorreu em 1938

 

O edifício mais imponente de Camaquã, construído ao estilo das escolas e conventos norte-americanos - o Colégio São João Batista - em abril de 2018, irá completar 80 anos. Sua história tem início em fevereiro de 1938, com a chegada das Irmãs Franciscanas Bernardinas, vindas dos Estados Unidos. As freiras, atendendo ao convite do Pe. Luiz Walter Hanquet, comprometeram-se em construir uma escola no Município, e deram início a uma verdadeira revolução na área educacional contagiando toda a Região.

Coragem e fé moveram aquelas pioneiras, que enfrentaram uma longa e extenuante viagem de navio até o Brasil. Em Porto Alegre tiveram poucos meses para aprender o português, e logo em seguida viajando em um vapor e depois de diligência chegaram à pacata cidade de pouco mais de dois mil habitantes.

De imediato elas se instalaram em uma modesta casa situada na rua Sete de Setembro esquina com Marechal Floriano, e em 1 de abril de 1938, inauguraram um jardim de infância e um curso primário, registrados na Secretaria da Educação do Estado do Rio Grande do Sul, com o nome de São João Batista. Uma singela homenagem ao padroeiro da paróquia e do município de São João Batista de Camaquã, que casualmente naquele ano passaria a ser conhecido pela forma simplificada de Camaquã.

A necessidade de novos cursos em um espaço mais condizente levou as irmãs, com amplo aporte de recursos da comunidade camaquense, a adquirir a Chácara do Laranjal, e em 1941, inicia-se a construção daquele majestoso prédio, que viria a ser uma referência de ensino em todo o Brasil. Com a crise no setor educacional no país, o Colégio São João Batista, após 65 anos de serviços prestados, encerrou suas atividades em 22 de dezembro de 2003. Atualmente o prédio tornou-se um moderno espaço empresarial, onde a produção econômica, a cultura e a preservação da história caminham de mãos dadas.

Para marcar os 80 anos desta linda história, o Humanize Centro Empresarial, está organizando diversas atividades comemorativas, entre elas uma Missa de Ação de Graças, na primeira semana de abril. Os eventos prosseguem durante todo o ano, com a inauguração do Memorial São João Batista, exposição, sarau, rodas de conversa com ex-professores e ex-alunos, e ainda o lançamento de um catálogo histórico, encerrando em novembro com um jantar festivo.

Neste sentido a direção do Humanize Centro Empresarial, e a Criarte Marketing & Eventos, responsável pela edição do catálogo, solicitam aos camaquenses que tiverem fotografias e documentos, que entrem em contato pelos telefones 3671.1352 ou 99811.5067.O material será digitalizado e os originais devolvidos aos colaboradores, e aqueles que optarem pela doação ao acervo terão seus nomes registrados no Memorial. Com este gesto manteremos viva uma das mais significativas histórias na área da educação do Município, que é modelo para o estado e o país, inclusive com referências em nível internacional.

Fotos: Arquivo Criarte

Riccardo Crespo: Melodias do Rio Camaquã ao Rio Mississipi


29/01/2018 -

Depois de 18 anos residindo em New Orleans (USA), em setembro de 2016, o músico Riccardo Crespo resolveu dar um tempo em sua carreira musical, e de volta ao Brasil, retornou às origens vindo morar na Fazenda Figueirinha, na Pacheca. No ano passado, ele voltou aos palcos e se apresentou no Teatro do Sesc, protagonizando o show intitulado “Milonga de New Orleans”, uma síntese da carreira exitosa desse importante músico camaquense.

No momento Riccardo se dedica a um projeto turístico, que consiste em aproveitar as belezas naturais do entorno da Fazenda Figueirinha, entre o rio Camaquã e a Laguna dos Patos. O espaço oferece hospedagem, culinária gaúcha, acervo histórico, trilhas, camping, passeios a cavalo e de barco, happy hour com música nativa e um ambiente mais que acolhedor. Contatos para locação pelos fones: (51)99934.3605 e 3332.2402. “Vim para morar perto do Rio Camaquã, reaver minhas raízes, procurar algumas respostas que só bebendo a água da fonte nós podemos decifrar”, resume Riccardo.

 

A trajetória do artista

O compositor e músico Riccardo Crespo nasceu em Porto Alegre, mas com algumas semanas de vida foi morar na Fazenda Figueirinha, propriedade de sua família, localizada na Pacheca, 6º distrito de Camaquã. A família Crespo sempre fez parte da história local e do Estado por sua descendência direta do Gal. Bento Gonçalves.

Aos cinco anos ele veio morar na cidade, onde estudou no antigo Colégio das Irmãs até a 5ª série, e já se destacava cantando nas saudosas aulas de música. Este interesse é um legado de seu tio e ídolo Renato Crespo, o Nano, que tocava violão e cantava nos churrascos e festas das famílias Centeno Crespo. Contudo o despertar musical se deu a partir de 1979, quando começou a tocar violão e compor letras e músicas.

Nesta época, juntamente com Luis Carlos Evangelista, Zuza Sperotto e outros amigos, participou da criação da Família de Arte, surgindo assim o Bailôco e o Musical Gente da Terra, eventos que fazem parte da história cultural da cidade. Todo o processo musical se acelerou quando ele cursava a Faculdade de Agronomia na UFRGS, em Porto Alegre. A morte prematura de seu mentor o tio Renato Crespo, que faleceu aos 53 anos, em 1980, também foi determinante. Riccardo começou a cantar, tocar violão e gaita de boca até 12 horas por dia, chegando a cancelar um ano no Curso de Agronomia para ficar em casa se dedicando totalmente a sua arte musical.

A partir daí participou de vários festivais como o Musipuc e o Musicanto de Santa Maria, além da Califórnia da Canção de Uruguaiana, onde em 1980, interpretou a eterna “Rio Camaquã” de autoria de seu tio Renato com sua parceria. Desde o início o artista buscou compor letras e poemas com uma forte mensagem positiva entrelaçadas por melodias bem elaboradas. Como ele mesmo define atualmente: música popular brasileira com alma gaúcha e latina e tempero de New Orleans.

Em 1982, conseguiu uma bolsa de estudos em Hidroponia para cursar por seis meses na Faculdade Católica de Leuven, na Bélgica. “Foi tudo uma desculpa para tocar nos bailes da vida, e se atirar de cabeça na música”. E assim Riccardo percorreu a Europa onde viveu por três anos, entre França, Bélgica, Espanha, Suécia, Holanda, Alemanha e principalmente na Suiça, em Zurich, quando gravou o primeiro trabalho em fita cassete.

Retornou em 1985 da Europa a bordo do transatlântico Eugênio C, onde diariamente realizava um show numa viagem que durou três semanas. De volta a Porto Alegre ele sobreviveu de música por dois anos. Nesse período ele pode sentir o quanto era difícil entrar no mercado musical brasileiro. Em 1987 voltou ao curso de Agronomia e graduou-se em 1988. Daí até o ano de 1996 dividiu seu tempo entre a Agronomia e a música percorrendo todo o Estado.

Em 1994 produziu, gravou e lançou seu primeiro CD intitulado “Ricardo Crespo” o qual teve excelente receptividade da crítica e do público gaúcho. Em 1996 mergulhou na noite portoalegrense onde tocou até meados de 1998.  “Foi uma escola e tanto tocar na noite. Eu ia dormir às 7 da manhã. Nunca mais fiz isso! Mas foi super importante para pegar ritmo de jogo, e aprimorar minha técnica como violonista e cantor”.

Insatisfeito com a falta de perspectiva no Brasil, em 1999, resolveu se mudar de mala e cuia para New Orleans, nos USA, cidade conhecida como o berço do blues e do jazz. Riccardo começou tocando na rua pois até então era um cantor anônimo. “A rua é o melhor lugar para ser conhecido e fazer amigos! Foi um bolo de neve crescendo. Dali surgiram shows em aniversários, formaturas, casamentos e todo tipo de festas.”

Nos Estados Unidos por influência da numerologia ele acrescentou mais um “C” em seu nome. Riccardo viveu mais de 18 anos em New Orleans. Sempre cantando em português realizou mais de 3500 shows nos melhores clubes de jazz, festivais e festas privadas em New Orleans e em outros estados norte-americanos. Ele tocou oito vezes num dos maiores eventos dos Estados Unidos - o New Orleans Jazz & Heritage Festival, além de se apresentar a 18 anos no French Quarter Festival. Dentro deste processo ele também fez duas turnês no Verão pela Europa, na Escandinávia, em 2001 e 2005.

Assim como muitos moradores e músicos de New Orleans, Riccardo foi uma das vítimas que perderam tudo na passagem do Furacão Katrina, que devastou 80% da cidade do blues, em agosto de 2005, motivando sua volta ao Brasil. Ao retornar em 2006, ele queria ajudar a reconstruir a cidade de Louis Armstrong. “Foi uma maneira de agradecer tudo o que a cidade tinha me proporcionado na minha trajetória”.

Riccardo tem dupla cidadania, e há quatro anos tornou-se um Cidadão Americano. Sua discografia conta com quatro CDs gravados: “Do Rio Camaquã ao Rio Mississippi” (2001), “Milonga of New Orleans” (2008), “Nano & Conguinho” (2011), e “Madrugada em New Orleans” (2012). O artista vende CDs para o mundo todo, e sempre divulgou o nome da cidade de Camaquã, onde quer que estivesse tocando.

Foto: Divulgação/GR

“Lessinha e seus amigos” em projeto de leitura de verão do Sesc


20/01/2018 -

Desde o lançamento no dia 09 de dezembro, no CTG Camaquã, a revista ilustrada “Lessinha e seus amigos”, com texto de Catullo Fernandes e ilustrações do artista plástico Caiaque, tem recebido uma grande aceitação do público. O alcance do projeto, que envolve tradicionalismo, cultura e ecologia motivou a unidade do Sesc Camaquã a contratar o autor para um bate-papo com as crianças em três atividades diferenciadas, que constam no programa de verão do Sistema Fecomércio - Sesc.

Em Arambaré e Tapes o escritor Catullo Fernandes atuou dentro do Recrearte Sesc (carreta de lazer e cultura que está percorrendo a Costa Doce), e que pela primeira vez esteve nestas cidades. Na verde praia da lagoa a atividade foi realizada no domingo 07 - Dia do Leitor, e na ocasião o trabalho de leitura, com o autor junto das famílias e crianças, se deu à sombra das árvores, no camping, no praiano, enfim na orla da praia. O grupo da terceira idade Doce Viver, mantido pela Prefeitura de Arambaré, cantou e auxiliou na tarefa.

No domingo seguinte, 14, o personagem Lessinha esteve no 2º Rodeio Municipal de Tapes, no Parque de Eventos José Cláudio Machado. Na oportunidade o bate-papo com o autor ocorreu no acampamento e no espaço dos shows. O grupo musical tapense Vinícius Pinto e Estouro de Tropa contribuíram para divulgar a obra “Lessinha e seus amigos”. Nestas duas atividades o escritor foi recebido pelo auxiliar de cultura Argeu Dutra Junior, do Sesc Porto Alegre.

Esta etapa foi encerrada com um terceiro encontro na tarde de quinta-feira, 18, na sala multiuso do Sesc Camaquã, com um bate-papo bem descontraído com duas turmas do projeto “Brincando nas Férias”, e a condução das atividades contou com o apoio das professoras do Sesquinho.

Em sua página no facebook, o poeta Catullo Fernandes escreveu: “grato a toda a equipe do Sesc pela receptividade, em particular a Nadine Assis, coordenadora cultural. Valeu Daniel Sperb, acredito que foi uma parceria muito produtiva esta do Sesc com a Criarte, neste início de verão. A leitura em época de férias é um excelente programa para todos, principalmente para as crianças.”

Fotos: Divulgação Criarte

COLUNISTA

Catullo Fernandes

Poeta, editor e pesquisador Diretor da Criarte Marketing & Eventos